Entrevista com Aparecida Pedroso – Coordenadora de GT do CAEduca 2021

A entrevistada desta vez é Aparecida Pedroso

Aparecida Pedroso  possui graduação em pedagogia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2000), especialização em Fundamentos da Educação(2002) também pela UNIOESTE, Doutorado em Ciências da Educação pela UTAD-Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro-Portugal com estudos em Educação de Adultos, revalidado pela UFRN. Atualmente ocupa a função de gestora escolar da E.E.E. Médio Ana Pontes Francez em Tucuruí – Secretaria de Estado de Educação do Pará. Possui trabalhos realizados na Paróquia São José, pertencente a Diocese de Cametá-PA, com ênfase em responsabilidade social e também fez parte do quadro docente do PARFOR do IFPA no curso de Licenciatura em Matemática na Ilha do Marajó, e no curso Licenciatura em Educação do Campo no município de Tucuruí-PA. Atuou também como Assistente de Coordenação Local do ENEM. Participou do CMDCA de Tucurí. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, leis de infância, trabalho infanto-adolescente, alfabetização. Enquanto gestora de Unidade Escolar, desenvolveu em equipe a Proposta de Flexibilização Curricular do Novo Ensino Médio e Estrutura Pedagógica em ambiente virtual de salas de aula da SEDUC-PA. Atua principalmente nos seguintes temas: Escola, Violências, Educação de Adultos, Movimentos Sociais, Trabalho Infantil, Mães e Saúde Pública. Faz parte do Grupo de Pesquisa LICTI-Linguagens, Culturas, Tecnologias e Inclusão do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará/Campus Castanhal.

Faz parte do Grupo de Pesquisa LICTI-Linguagens, Culturas, Tecnologias e Inclusão do Intituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará/Campus Castanhal. Autora do livro “A Construção de Saberes de Jovens e Adultos na Amazônia Brasileira”. É também Coordenadora do GT EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, TECNOLÓGICA E DE JOVENS E ADULTOS do CAEduca 2021.

1) Você foi selecionada para coordenar um dos Grupos de Trabalho do CAEduca. Nos conte um pouco como foi a sua trajetória acadêmica até esta seleção.

Minha graduação aconteceu em 1996, na cidade de Cascavel-PR, mais especificamente na UNIOESTE- Universidade Estadual do Oeste do Paraná, onde fui aprovada. A especialização em Políticas Públicas também ocorreu na UNIOESTE. Os primeiros textos na área de publicações aconteceram na própria Universidade, em Programas de extensão, e em outras Universidades como a UFPB, e o IFPA, tendo como tema a educação. Minha trajetória envolve experiências na Educação Infantil, Educação Fundamental e Superior. A minha inscrição no CAEduca atende a objetivos pessoais que estão relacionados à importância da Educação para mim e todos os segmentos sociais. Na graduação ocorreram os grandes debates com relação a LDB.

2) O que mais lhe chamou atenção no CAEduca?

As chamadas nas Midias Sociais ou fora delas, que envolvem pesquisa, sempre me impulsionam a participar e colaborar naquilo que é relevante para a educação. Ao mesmo tempo há o fator atualização e formação individual que sempre levo em conta.

3) A temática do seu GT é fundamental para pensar a educação de maneira interdisciplinar. O que você concebe como principal desafio da temática?

Hoje o que perpassa todas as análises de trabalhos dentro da Educação é a emergência sanitária que estamos vivenciando. É impossível falarmos dos processos pedagógicos interdisciplinares, se não abordarmos as estruturas virtuais a que estão submetidos gestores, educadores, educandos para que a aprendizagem aconteça. O maior desafio é que qualidade esperamos desse novo modelo de ensino? Nosso olhar crítico deve levar em conta, as contradições das concepções presentes hoje na práxis pedagógica.

4) Bom, outros pessoas vão se espelhar em você para participarem das próximas iniciativas do CAEduca. Que dica final você daria para que possam produzir textos de qualidade e inovadores

Em um país onde a leitura e a escrita não ocupam os primeiros lugares na vida dos brasileiros, eu diria a todos que eventos como o CAEduca nos mostram a importância da leitura, da escrita e da interpretação, além de nos atualizar enquanto profissional e pesquisador. A produção de textos em nossas vidas tem que ser diária, independente de participações em Congressos. O hábito com a leitura e escrita, nos leva a habilidades imprescindíveis, para análises mais complexas de conjunturas em todas as ciências e isso deve fazer parte primeiro de nossos objetivos pessoais, depois coletivos.

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